Mostrando postagens com marcador textos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador textos. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 16 de maio de 2011

atmosfera de perda

Fumaça densa e garrafas espalhadas pelo chão. Buracos de cinza no tapete e pequenas queimaduras na pele. Maquiagem borrada, olhos inchados e encharcados. Olhar perdido, sorriso perdido, amor perdido.

Ele esteve ali, tantas vezes. Fazendo-a sorrir com frases bestas, fazendo-a gritar de êxtase. Derrubando suco no tapete, roncando. Incomodando-a com aquela adorável presença.

Aquela música não pode mais tocar. Aquela que tocou em seu celular, levando a mensagem que desmoronou seu pequeno mundo. Toda vez que ela fecha os olhos, lembra. Daquele corpo forte que tantas vezes a carregou e rodopiou, fragilizado. Daquele sorriso que tantas vezes salvou seu dia, fraco. Daquela mão apertando sua mão, lentamente perdendo a força. Os olhos fechados que não abriram mais.

Virou doses e doses. Fumou um cigarro atrás do outro. Ela queria afogar e sufocar aquela sensação de vazio. Diluir aquele nó na garganta. As lágrimas rolavam em silêncio, entre um grito desesperado e outro. E o corpo perdia o equilíbrio. Com a visão não se importava mais, pois as lágrimas já a deixaram turva e embaçada antes do álcool..

Dia 30 de Outubro. Eles fariam 4 anos juntos. Ela vai passar a vida lembrando que ele tentou dizer algo antes de fechar os olhos, mas não conseguiu. Ela quer acreditar que era um último “eu te amo”.

(Gabriella Avila)

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Lindas cenas clichês


Fim de semana chuvoso. Laura decidiu assistir filmes e comer fondue, sozinha. Nos primeiros sinais de chuva forte a caminho ela já previu o frio e caos nas ruas, e não colocaria o nariz pra fora de casa , salvo alguma emergência, que ela esperava que não fosse o caso.
Desligou o celular para evitar os convites para sair, que sempre vinham das mesmas pessoas, justamente aquelas que pensavam que a vida era uma balada.
Os filmes que passavam na TV transitavam entre romance e comédias românticas. Aqueles com muitos beijos e lindas cenas clichês, sabe?
Largada no sofá, depois de 2 filmes e meio e umas 3 taças de vinho, Laura olhou para a TV e se perguntou: "Será que eu nunca mais vou me apaixonar?"
Aqueles personagens a lembravam de como era boa a sensação de amar. E julgava ter seu coração, ou pelo menos boa parte dele, curado das vezes em que se machucou. Porque o amor é de fato perigoso, mas há algo nele que faz com que você ache que arriscar é uma boa idéia. E, na melhor das hipóteses, quando tudo dá certo, a recompensa é, entre outras coisas, uma companhia para protagonizar suas próprias lindas cenas clichês.
Mas, por hora, Laura estava acompanhada apenas por vinho e chocolate derretido. Deixaria pra procurar o amor no verão, pois a chuva a deixava com certa preguiça. Deixaria as cenas românticas para os filmes. Por enquanto.
(Gabriella Avila)




Oee. Aparecendo uma vez na vida e outra na morte, mas aparecendo e dando satisfações. Se bem que dessa vez não tenho desculpas pela demora em atualizar, mas tenho uma novidade: Fiz outra tatuagem \o/ (já tinha falado sobre a 1ª?). Dessa vez são 3 notinhas musicais atrás da orelha. Bem fofinhas.
Aproveitando que hoje é o #Tattooday, vou por a foto pra vocês verem as 2 tattoos:



Kawaii neh?!
Ah, deixa eu dar uma dica, uma amiga minha, a Ana, fez um blog. Novinho, confere lá: http://anaramosc.blospot.com
Bom, sem mais delongas.
Pretendo voltar em breve, mas nunca se sabe...
Beijo ;**

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Carta de um amor platônico


Não me lembro exatamente de como as coisas começaram a acontecer... De como passei do ‘Eu gosto de você’ para o ‘Eu te adoro’, seguido do ‘Eu te amo’. Só sei que por sua causa, passei a acreditar em destino e sorte. E desde então muita coisa mudou em mim.
Pois vivo com o coração em pedaços, mas ele se reconstrói quando você sorri, e eu fico imaginando o dia em que esse sorriso será meu. O dia em que poderei olhar em seus olhos de mais perto, bem mais perto. O dia em que serei, não dono, mas guardião do seu coração.
Tenho feito promessas e apostado alto nos meus desejos. Tenho pensado mais, refletido mais, sonhado mais. As vezes o tamanho desse sentimento me assusta, as vezes me impressiona o fato de poder existir algo tão grande em um simples homem. Que me parece simples demais pra você e todos os seus anseios.
A cada dia tento te entender. E fazer parte da sua vida de algum jeito. E leio seus gestos porque eles me agradam. Até os mais incomuns inexplicavelmente me agradam. É isso, você é inexplicável.
E quando já estou desesperado, achando essa coisa de amor complexa demais, você aperta os olhos e sorri de um jeito tão doce que eu me lembro que nada mais importa, ninguém mais importa, além de você e sua suavidade.
E que talvez as coisas só façam sentido quando você finalmente estiver ao meu lado.
Ou percam o sentido de vez.

(Gabriella Avila)

Você já conseguiu ler o coração de uma pessoa? Eu já.

PS: em breve falo sobre o livro da Laura

;**

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Ás vezes...


Ás vezes preciso de luz, ás vezes sombra ou completa escuridão. Preciso gritar, ouvir e cantar músicas, mas ás vezes me cobrir de silêncio. Algumas vezes não me importo, mas geralmente preciso me explicar. Não consigo ocultar sentimentos, nem guardar muito bem os meus segredos.
Ás vezes quero mergulhar no desconhecido, mas sei que uma hora ou outra vou precisar de algo familiar que me transmita segurança.
Há uma linha tênue entre o que quero ser e o que de fato sou e, apesar de tão simples, sinto certas dificuldades em atravessá-la.
Ter conhecimento sobre os meus sentimentos e sensações não quer dizer necessariamente que eu me entenda.
Mas vai chegar o dia em que verei mais sentido em me jogar na maré de idéias do que realmente compreendê-las. E vou parar de questionar, e apenas viver. Mas até lá, vou me perguntar todo dia: Quem eu sou?
(Gabriella Avila)




segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Mundo particular de Laura


Laura acordou e levou apenas 1 minuto para perceber que estava sensível, o tipo de estado em que ela observa mais as coisas e chora mais fácil. Mas ela não estava disposta a chorar naquele dia. Nenhum motivo especial, apenas porque chorar pode ser um pouco cansativo, um cansaço desnecessário quando não há uma boa razão.
Passou os olhos pelo quarto, seu refúgio. Seu mundo dentro daquelas 4 paredes. Lá estavam todas as pessoas que ela mais gostava, com seus melhores sorrisos e expressões, registradas através de fotos cuidadosamente espalhadas. E seus pensamentos e desenhos tortos rabiscados à lápis no canto de uma das paredes. E o violão encostado que, apesar de ela ter esquecido todas as notas que aprendera, lembrava que ela adorava músicas acústicas. E o tapete no qual ela rolara com amigas. E a cama na qual ela rolara com amores...
E tantos outros detalhes de sua vida, personalidade e história.
Faltava um espelho. Todos que a visitavam faziam a mesma pergunta: “Por que você não tem um espelho no quarto?”, na qual a resposta também vinha em forma de pergunta: “Você já pensou que o espelho mostra você mesmo quando você não quer ver? Isso pode ser irritante as vezes.”
Aquele lugar era seu mundo e ela o amava. Mas estranhamente tinha a sensação que tudo estava normal demais. Talvez fosse hora de conhecer outros mundos individuais.
Geralmente quando se sentia assim, pegava sua câmera e ia fotografar pela cidade. Mas ela já a fotografou de todos os ângulos possíveis e todos seus rostos mais originais.
Daí ela soube, sim
plesmente soube, que a resposta não estava na câmera, mas na mala...
(Gabriella Avila)

Laura again. Sabe quando vc sente essa inquietação? De que as coisas não estão como vc queria e precisam de uma mudada estratégica? Sinto bastante isso, e a Laura tbm. Mas ela tem mais recursos e possibilidades do que eu...
Quero mandar um beijo pros leitores que eu sei que me acompanham por causa dos comentários: Elen e Augusto. Obrigada gente xD
Se tiver mais alguém que lê os textos, comentem, pra eu poder saber ^^
;**

PS: A inspiração pra esse texto veio da música Hometown Glory, de uma cantora inglesa chamada Adele. É linda e eu recomendo a vc que gosta de melodias leves e vozes bonitas ;]

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

A humanidade e seus traumas

A humanidade sempre foi mestre em superestimar sua existência e importância. Cheia de pequenos e grandes vícios, um deles é responsabilizar as gerações anteriores por seus erros e subestimá-las por seus atos.
Acusa-se o povo da Idade Média por deixar-se alienar pela religião e o das Revoluções industriais por alienarem-se pelo trabalho...
E agora, depois de tantos séculos, ainda não perdemos essa mania de alienação. Nos fazemos de vítimas, nos acomodamos e nos alienamos pela preguiça, por falta de qualquer outra coisa mais importante.
Carregando no bolso diversas desculpas por sermos assim. Sem a mínima vergonha ou culpa por sermos escravizados pelo dinheiro e vaidade. E criando cada vez mais mecanismos que façam a vida parecer ainda mais fácil e escondam nossos problemas.
Afinal, não queremos passar por nenhuma privação que nossos ancestrais passaram se podemos evitar isso, não é mesmo? Enquanto estamos confortáveis, as conseqüências pouco importam, principalmente se existe a possibilidade que elas só chegarem para a próxima geração.

(Gabriella Avila)


A humanidade pode mesmo ser irritante neh?! Nós somos muito frescos. Ou ficamos frescos ao longo do tempo? Não sei, não sei...
Bom, sem promessas de 'essa semana eu posto' pq as vezes eh foda ;p
Espero que entendam e não abandonem o blog xD
Sempre comunico as atualizações no meu twitter, então sigam de quiserem: http://www.twitter.com/gabiilela


;**

domingo, 29 de agosto de 2010

Bola de cristal



Desde criancinha me via pequena num mundo que julgava enorme. Fui crescendo e desenvolvendo coragem e uma vontade absurda de criar asas e sair por aí, sem dar satisfações dos meus atos, justificando-os apenas para mim mesma, praticando o que me fizesse sentir feliz. Planejando tudo que aconteceria em minha vida e associando tudo isso a felicidade. E acreditava ter toda a maturidade para lidar com o que quer que acontecesse.
Até de fato sair voando. Voando até chegar a uma certa altura em que as coisas não pareciam mais certas como sempre pareceram. Bater de frente com algo sólido, mas transparente que nunca pensei existir: minhas limitações. Alguns planos não deram certo, alguns atos tiveram conseqüências... Nesse momento senti que passei a vida toda vivendo em uma bola de cristal, e ao constatar isso, percebi que suas nobres paredes estavam rachando. Não agüentaram o peso da responsabilidade e realidade que caíram sobre elas.
Os cacos me cortam. Não dói, mas incomoda bastante. Se aquele mundo de antes me parecia enorme, imagine esse de agora... É infinitamente maior. Não me sinto apenas pequena, mas invisível. E de todas as sensações que já passaram por mim agora, a pior delas e a mais constante é o medo. Medo de jamais conseguir deixar de ser invisível.
Vou procurar me lembrar de como é ter coragem e desejo de liberdade. E da próxima vez que planejar sair por aí de novo, terei certeza de que não há nada em volta para desmoronar.


Gabriella Avila


Humm... não sei se estou mesmo de volta. Mas espero que sim. Apesar de amar escrever, as vezes é difícil. Andei passando por uma bipolaridade irritante nesse ultimo mês, foi foda escrever algo que soasse bem sem parecer depressivo ou chato.

Diferente de alguns textos anteriores, esse é real. Todos os sentimentos contidos neles são reais. Mas não consigo mais me expressar sobre isso, então, never mind.

To planejando algumas mudanças na rotina agora, provavelmente essa semana sai mais um post. Pode ser sobre a Laura, quem sabe?!

Obrigada a quem continuou entrando no blog e pedindo postagens ^^

;**




domingo, 18 de julho de 2010

Prepotência do amor


O grande problema de muitas pessoas apaixonadas está na forma como elas impõe seus sentimentos para o outro. Isso é facilmente notável quando o relacionamento acaba. “Ninguém te amará da forma como eu te amo”, “Ninguém é capaz de fazer as coisas que eu sou capaz de fazer por você.” É mesmo? E quem pode garantir isso? Você não conhece todas as pessoas do mundo, tampouco é capaz de medir a capacidade delas de amar.
Porque o amor na verdade é uma surpresa. Acontece por acaso. Nos faz conhecer o melhor lado de uma pessoa (e as vezes o pior). Pode estar próximo ou distante, ser certo ou confuso. Pode ser forte e concreto, ou insuficiente diante das necessidades do outro. Vai saber...
O amor é um mistério, uma loucura. Que chega e desequilibra tudo que você achava estar sob controle. É algo que nos mostra também que somos ótimos idiotas (de uma forma até boa), fazendo besteiras e achando isso a coisa mais normal do mundo, pois pra tudo isso bota-se a culpa nele.
Se quer uma boa dica, não imponha seu amor a ninguém. Ofereça-o apenas. Há mil formas de errar ao amar alguém, mas outras mil e uma de acertar.



(Gabriella Avila)



Opa, olha quem voltou.

Po, depois que peguei meu 'part-time job' de babá de volta, a semana anda cheia de coisas. E claro que como as férias estão acabando, sempre arrumo coisas novas. Saídas com amigos diferentes, programas de última hora, essas coisas.
Confesso também que andei meio sem inspiração. Tenho alguns textos pela metade no PC, mas pouquíssimas idéias para terminá-los.
De qualquer forma, estamos ai num clima romântico raivoso ;p Esse negócio de imposição amorosa é algo que eu já vivi e não é legal... Apesar do amor ter um quê de bagunça, é necessário ser cuidadoso com ele, pois envolve outras pessoas e seus sentimentos. Não dá pra ser egoísta nesse sentido, né?!



;**

sábado, 26 de junho de 2010

Formas de viver


Você vive alguns anos, toma alguns tombos e acha que isso é o suficiente para ser forte. Não é.
Nunca as lições aprendidas são suficientes pra te assegurar de que jamais se machucará de novo. As pessoas sempre mudam suas técnicas. O mundo sempre dá um jeito.
E há tantas novidades por aí que, apesar da sua suposta esperteza e inteligência, dia a dia você fica obsoleto. E dessa forma é fácil se sentir perdido.
Mas adaptáveis que somos, tiramos tudo de letra, nem que pra isso façamos uso de artifícios mágicos, tal como falsa confiança e aspirações duvidosas. Sempre em busca da felicidade, essa coisa que escapa tão facilmente das nossas mãos, para se esconder nos lugares e nas sensações mais simples. Sempre depositando nossas esperanças no amor, que as vezes é lindo, as vezes é doloroso, mas faz parte da vida. Faz parte.
São vários caminhos, várias surpresas e alguns clichês. Há vários manuais de como viver bem, mas não servem de fato. Viver, na verdade, é fácil, quando você aprende a fechar os olhos e os ouvidos para os outros e passa a confiar em si mesmo. Aguça os sentidos e aprende a absorver apenas aquilo que há de melhor no mundo. E aposta nos próprios sonhos, se arriscando quando necessário e simplesmente esquecendo que as vezes sente medo.
Não basta aprender apenas com as piores situações, pois as melhores são capazes de ensinar ainda mais.

(Gabriella Avila)


Me pediram desesperadamente, via twitter, pra postar hoje hsuahsua (brinks, não tão desesperadamente ;p)
Aqui está mais uma reflexão da vida. Não há como dizer que algumas pessoas vivem errado, não cabe a ninguém avaliar isso. Mas um forma muito boa é essa citada no texto, aproveitar tudo que puder, absorver e abstrair o máximo o melhor dela. As vezes é difícil, as vezes é fácil.

Ah, adorei o comentário anonimo do último post, perguntando sobre a Yuki. Ela vai voltar sim. Surpresas estão por vir, pois eu tive uma ótima idéia \o

beeijos e continuem acompanhando minhas reflexões e minhas personagens doidas xD
;**

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Ressaca de Laura


O sol começava a nascer e Laura estava sentada embaixo do chuveiro, tremendo a cada gota de água fria que caía sobre ela. De roupa e tudo, e maquiagem borrada de forma dramática. Parece mentira, ontem ela estava linda, em seu vestido preto e botas sem salto, virando, animada, doses e mais doses de vodka, tequila, pinga ou qualquer coisa que desça rasgando. E agora era apenas decadência, ensopada.
Cabeça explodindo, em partes pela ressaca, outras pela culpa implacável. E a partir daí começava a pensar o porquê de tudo aquilo. Era sempre a mesma coisa.
Talvez ela tenha dançado em cima da mesa, ou derrubado bebida em alguém. Mesmo que tenha se divertido, não consegue lembrar. E sob esse ponto de vista as coisas começam de fato a não fazer sentido. A diversão parece tão volátil quanto o álcool.
Depois de risos e brincadeiras de bêbado, o que sobra é uma maldita dor de cabeça e a boca seca como um deserto. São os olhos fundos e essas reflexões.
Laura saiu do banho e enquanto desembaraçava os cabelos, pensou em dizer o famoso ‘Nunca mais bebo’, mas tinha consciência de que esse discurso convence menos do que o tal de ‘Ano novo, vida nova’.
Bastava dormir umas 200 horas e estaria pronta pra outra. Afinal, não é apenas um copo com algo destilado, fermentado, que seja. É uma pequena possibilidade de fugir, nem que seja um pouquinho, da realidade estática das coisas. E é uma forma fácil de perder o controle, mas também de se arrepender depois, fato.
No fim ela vai ficar pensado naquilo, brigando com suas idéias contradições. Mas esquecerá de tudo no próximo porre.


(Gabriella Avila)
Laura está de volta, dando a louca. Experiência própria, essa é a arte imitando a vida. Se tem uma coisa tensa é ressaca.
Claro que a Laura não é uma alcólatra. Ela só curte umas biritinhas de vez em quando ( me identifico)
enfiiim...
Essa eh a centésima postagem do blog \o
bem conveniente pra semana em que ele faz 1 ano =D
Ah, mais uma vez obrigada a todos que dão uma força aqui no Teen Spiritx, é uma alegria imensa receber os elogios de vcs =D
;**

terça-feira, 8 de junho de 2010

Despedida de Laura



Mais ou menos 9:30 da manhã. Os raios de sol entravam intensamente no quarto, e Laura constatou, irritada, que esquecera de fechar a janela de fora, a que deixa o quarto escuro. Apesar de ter sido acordada cedo num domingo, o clima do quarto estava ótimo. Assim que sentou na cama, uma coisa lhe chamou atenção: um raio de luz incidia diretamente sobre um porta-retrato azul que estava em cima da cômoda. A fina camada de poeira cobria a foto de um garoto carregando uma garota nas costas. Ambos sorriam, felizes. Eram Laura e Klaus.
Klaus era o melhor amigo de Laura. A melhor pessoa que ela já conheceu. Era lindo. “O mais lindo do mundo”, ela costumava dizer. Ele sabia tudo de sua vida, sabia tão bem que Laura as vezes se sentia uma personagem criada por ele.
Olhando para a foto ela se lembrou do dia em que Klaus se foi. Ele odiava clichês e no dia de seu enterro, o maior deles aconteceu: choveu. Claro que alguém sussurrou que o céu estava chorando. Laura esboçou um meio sorriso, achando graça e imaginando o que ele diria se estivesse ali. Talvez estivesse, quem sabe?
Durante a cerimônia ela não prestava atenção. As palavras do padre soavam distantes e ela só
queria ficar sozinha com o que restara de Klaus. Uma lápide fria. ‘Como a morte é injusta ao transformar pessoas radiantes em lápides frias.’ pensava ela.
Por fim as pessoas começaram a ir embora, mas ela não iria com elas, precisava despedir-se dele.
Laura ajoelhou em frente ao túmulo, já ensopada da chuva. Tremia de frio, mas não ligava. Parada ali, encarando o nome de Klaus gravado no mármore, lembrou do dia em que estavam sentados no deque da praia, com os pés para fora, tocando a água morna do mar. Ela encostou a cabeça em seu ombro enquanto ele passava os dedos por seu cabelo já embaraçado pela maresia. Klaus sussurrou em seu ouvido:
-Laura?
- Oi... – ela respondeu baixinho, com os olhos fechados.
- Promete que nunca vai me esquecer? – disse ele, e sua voz tremia um pouco.
- Não seja bobo Klaus... – disse ela, achando graça.
- Falo sério. Eu nunca te falei, mas meu maior medo é ser esquecido...
Notando o tom sério de sua voz, ela levantou a cabeça e olhou em seus olhos acinzentados. Viu ali uma fragilidade nunca antes vista, e comovida respondeu:
-Claro que não, não esquecerei.
- Mesmo se eu morrer?
- Mesmo se você virar pó.
Ele sorriu e lhe deu um beijo na testa.
Lembrando daquilo, lágrimas escorreram pelo rosto de Laura, mas ela sorriu, e sussurrou:
-Seu bobo, como poderia esquecê-lo? Sei que você não esta mais comigo, e você não sabe o quanto isso dói. Mas não tenho como te esquecer. Como conseguiria? O que faria com as nossas lembranças? Não posso, não quero e nem conseguiria me livrar delas. São parte de mim e me completam. Não te esquecerei, tá bom? Nem morta!
Opa, desculpa – finalizou ela, mordendo a língua como sempre fazia quando falava alguma besteira.
Nos dias seguintes em que a tristeza a consumia, todos tentavam convencê-la de que Klaus agora era passado, o que era um erro.
Pois muitas coisas para Laura eram passado. Mas Klaus nunca seria. Na verdade ele era seu passado, é seu constante presente e o futuro de seus pensamentos, pra sempre.
Várias pessoas deixaram Laura por vontade própria, mas Klaus não. Ele foi embora pra longe, longe mesmo, levando os segredos dela.
Mas de alguma forma ela o tinha ali, sorrindo para ela.
“Nem se você virar pó.” Disse, soprando o pouco de poeira no porta retrato.


(Gabriella Avila)

Mais uma da série "Laura" xD
Eu nunca enterrei um amigo, nunca perdi ninguém importante, e nem quero. Mas já vi várias vezes isso acontecer, e sempre me pego pensando nesse sentimento de perda. Já escrevi sobre ele várias vezes, parece fácil. Mas não sei se saberia lidar com ele. Mas a Laura sabe. Ela sabe de coisas que eu não sei, mas vou aprender um dia ;p

Po, esse fim de semestre tá tenso hein.. trabalhos acumulados, uma loucura... to até meio perdida.
Mas espero nas merecidas férias que já estão chegando ter inspiração suficiente pra escrever e postar bastante aqui ^^

;*

sábado, 5 de junho de 2010

Amadurecimento precoce



E nada mais é como era antes. Aquelas velhas brincadeiras não nos deixam mais descontraídos. Aquelas velhas brincadeiras nada mais são que velhas brincadeiras. Brincadeira de curumim. Nada mais de esconde-esconde, pega-pega, agora só se for pra pegar em outras coisas. Bons tempos.
Tempos aqueles que éramos inocentes. Tempos que não tínhamos aderido à revolução. Onde as coisas erradas que fazíamos, no máximo, ficávamos de castigo e levávamos uma ou outra palmadinha. Agora mudou. As coisas que fazemos de errado estão ficando mais sérias.
Agora estamos também com problemas maiores, nada mais de se preocupar com a bola que furamos, nem com o carrinho do nosso amiguinho. Preocupamos-nos em não quebrar corações, nos preocupamos em não quebrar nosso coração. Preocupamos-nos em buscar a tal famigerada felicidade.
Queremos cada vez mais amadurecer, mas aquela ânsia que corrompe nossas mais profundas artérias ainda nos machucam muito quando lembramos do passado. Pra que existe passado? Ora mais, sem um bom passado, não conseguiríamos levar adiante nossos planos para o futuro.
Amadurecimento precoce, na minha época crianças de doze anos pensavam em brincar e sair correndo na rua. Amadurecimento precoce. Nessa idade hoje em dia, falam de amor eterno. E lá sabem o que é o amor? Lá sabem quais são suas contra-indicações? Lá sabem qual remédio tomamos para nos curarmos?
Amadurecimento precoce. Aquele que destrói muros de inocência, e cada vez mais, destróis pensamentos inocentes.

Texto escrito por: Ícaro Uther
http://aartedaprolixidade.wordpress.com/

Tava dando uma pesquisada sobre Amadurecimento precoce, pra um trabalho de sociologia, e achei esse texto. Texto bonito do jeito que eu gosto. Como eu ando meio sem tempo pra escrever, facul sugando meu tempo e inspirãção com milhares de trabalhos, tive que apelar pra outro texto.
Mas em breve voltaremos as atividades normais

;**

segunda-feira, 17 de maio de 2010

A espera de Laura



Laura estava deitada de bruços no tapete felpudo, fumando um cigarro de cereja que nem gosto de cereja tinha e folheando distraidamente uma revista qualquer, enquanto se perguntava porque o mundo é um lugar tão escroto, quando na verdade tem potencial pra ser bem melhor do que isso...
Deitada ali ela esperava que alguém encontrasse seus sonhos perdidos por aí e gentilmente os devolvesse. Esperava também que as pessoas queridas, também perdidas pelo caminho, reaparecessem em sua vida.
Seus pais insistiam em ligar e oferecer dinheiro pra que ela se sentisse mais feliz. Eles não entendiam que pra ela felicidade não dependia de dinheiro, e sim de estado de espírito.
Laura sabia que era diferente. Mas não sabia ao certo o que a diferenciava das outras pessoas. Quem olhasse, de cima a baixo como geralmente fazem, acharia que eram seus cabelos com luzes roxas ou os pulsos e tornozelos tatuados. Mas na verdade ela era feita de idéias e planos. Aqueles rabiscos desenhados cuidadosamente em seu corpo na verdade são marcas de momentos. Ela precisa deles pra sempre lembrar de suas fases, pois apesar de estar em constante mudança, ela gosta de ter marcado quem fora outrora.
A espera estava entediando-a. Ela sabia que estava errada em permanecer largada ali, ao invés de ir atrás de seus problemas e enfrenta-los com coragem. O problema é que Laura não sabia por onde começar.
Ninguém sabe...

Gabriella Avila



Ahh a Laura. Ela existe (na minha cabeça) desde o ano passado, e entre muitas coisas q ela espera, uma delas é ser mostrada aqui do blog.
A Laura tem um pedacinho de mim. Tem um pouquinho do que eu quero ser xD
Gosto dela, de verdade. Sei lá, ela é um pouco doida ;p
Mas infelizmente não consegui concluir o texto de um jeito melhor.
Talvez um dia eu escreva mais sobre ela. Talvez não consiga.
Ninguém sabe...


;**

PS: To super feliz com o nº de seguidores crescendo. É aos pouquinhos, mas tá ótimo. Obrigada, gente xD

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Espécies




Pescar peixes é, na verdade, privá-los da liberdade, usando uma falsa ilusão de sobrevivência. ‘Mas peixes não pensam’, argumentarão alguns. Exatamente! Não pensam, não amam... e por conta disso são mais livres do que nós. O fato de sermos dotados de razão e emoção não nos faz a melhor espécie. Pelo contrário, nos torna a mais problemática de todas elas.
Somos animais, que apesar de toda suposta inteligência, a cada dia que passa parecemos esquecer de como viver por conta própria, apenas dependendo de máquinas e manuais.
Vivendo como cães, em busca de qualquer sinal de afeto. Como gatos, acostumados com a comodidade. Como cobras, passando por cima mesmo...
E acabando como peixes dentro de um aquário: andando em círculos e batendo a cabeça nas limitações tranparentes.
(Gabriella Avila)


Pois é, a verdade é que cada dia que passa eu vejo os seres humanos como verdadeiros animais. Estranhos e bizarros. Sem generalizar (ou as vezes até generalizando mesmo)
As vezes a gente para pra observar como as coisas estão e vê que tá tudo errado, tudo ao contrário, indo de mal a pior.
Como proceder?
;**

terça-feira, 20 de abril de 2010

Brasília




Brasilia, capital do país, mesmo que as vezes não pareça. Centro do poder e, conseqüentemente, da loucura. Terra de homens engravatados com muito dinheiro nas mãos e pouca idéia na cabeça. Mas com um céu que é capaz de se sobrepor a tudo. Tudo.
Onde os sonhos repousam no concreto quente. O ar é seco e respirar bem é só pra quem já está acostumado. Tudo é longe, escondido. Mas cada lugar e cada coisa contam uma história.
Assim ela foi construída e continua crescendo a cada dia. Sentindo o peso da idade e vivendo de caos em caos. Mas sempre linda, de encher os olhos de quem vem e de quem mora aqui. Eu amei Brasília assim que nasci e a conheci. E amo cada vez mais, quando me vejo minúscula, caminhando por suas enormes avenidas e deitando na grama de seus parques. A cada seca, a cada chuva que cai e faz chiar o asfalto. A cada pôr do sol único, que colore o céu e meus olhos nos tons mais diferentes.
Gabriella Avila


Hoje escrevi sobre a minha cidade que tá fazendo aniversário. Apesar dos muitos pesares e escândalos, eu a amo e ela faz parte de mim xD
A Ilha da Fantasia onde tive sorte de nascer e crescer.
Parabéns Brasília, 50 anos de muitos
espero estar viva pro teu centenário (até lá o conceito de cidade planejada já foi por água abaixo!)

;**

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Exatas x Humanas



Nunca fui uma pessoa muito exata. Na química, não entendia as reações calculadas no papel, quebrar e rearranjar moléculas, coisa e tal. A matemática nunca foi capaz de me provar nada com seus teoremas. A física até conseguiu me explicar algumas coisas, das quais até já me esqueci...
É que me entendo melhor, muito melhor, nas ciências humanas. Estudar pessoas, relações. Uma atmosfera aonde as reações são práticas e geram até sentimentos. Os teoremas são resultados de experiências de vida e não vêm somente da ponta do lápis. E tudo que se aprende, se entende e é difícil esquecer.
É descobrir coisas subjetivas, que volta e meia mudam de lugar. Nada é perfeito, visto que os próprios seres humanos não são. É preciso mais do que números. Sim, palavras. Escritas faladas...sussurradas, gerando reações explosivas, teoremas loucos e ‘inexplicações’.
Nada exato, mas tudo certo da forma que é.

Gabriella Avila

Escrevi esse pequeno texto na empolgação inicial. Claro que ainda estou empolgada, mas não da mesma forma que na primeira semana. Cai na normalidade. Mas não é ruim não xD
Enfim, to começando a pensar em uma histórinha, baseada em um texto que escrevi ano passado. Se der certo, vou postar-la semanalmente =D

Vou deixar meu twitter aki de novo pra quem se interessar em me seguir:


beijo
:*

sábado, 20 de março de 2010

Entre all stars e saltos altos



Hoje minha mãe me deu alguns presentes. Sapatos de salto. Ela disse delicadamente, como se tivesse ensaiado a melhor forma de dizer, que havia chegado a hora de pendurar meus 'all stars', assim como jogadores de futebol penduram suas chuteiras ao se aposentarem. Só que eu não estou me aposentando. Só estou crescendo.
Tive vontade de dizer: mãe, não torne isso mais difícil do que já é. Mas ao olhar pra ela, percebi que, na verdade, nem ela mesma queria que isso acontecesse. Seus olhos me diziam que os anos passaram rápido e que ela adoraria ainda estar comprando sapatinhos de bebê, ao invés de coisas tão altas que machucarão meus pés.
A princípio vou precisar subir neles, até me acostumar a realmente calçar-los. Manter uma postura e uma expressão natural, como se tivesse nascido com essas coisas nos pés. Me tornar uma mulher, por fora. Com o rosto relativo a idade, mas o sorriso e a imginação ainda de criança.
Os all stars vão continuar pendurados. E daqui um tempo, posso até calçar-los, mesmo sem sentir aquela sensação de conforto que eles costumavam me proporcionar.

Gabriella Avila


Texto meio bobinho que escrevi há algum tempo já.. Isso na verdade aconteceu comigo, mas não do mesmo jeito. Minha mãe não tava nem aí hsuahs Mas eu não troquei meus all stars ainda ;] pior q eu soh tenho 1 =[ Ninguém quer me dar mais um não?
Agradeço doações xD

E a Game do http://deslocada-do-mundo.blogspot.com/, nova parceira do Teen Spiritx, pediu que a sessão de sugestões e indicações, que na verdade só teve um post, voltasse. Eu já estava com planos de voltar mesmo. Então vou preparar algo bem legal pra indicar na quarta feira ok?

É isso. Fim de semana começando agora e vamos ver o que rola xD

;**

sábado, 13 de março de 2010

Filhos da revolução?!



Não somos mais filhos da revolução. Diante da história nossa geração é um zero a esquerda. Uma geração sem heróis em que os pais dão tudo o que se deseja e mesmo assim jovens entram cada vez mais cedo e frequentemente em depressão. Pedem muito, agradecem pouco e quase nunca dão valor. Uma geração aonde poucos aprendem a lutar e a correr com as próprias pernas. As ideologias em sua maioria são fracas e escassas de argumentos.
Quando se tem a oportunidade de falar e ser ouvido no mundo inteiro, fato proporcionado pela internet, fala-se apenas besteiras. Se não se sabe aproveitar os novos recursos, o jeito é ir para a rua, reinvidicar não só os próprios direitos que vez ou outra são esquecidos, mas os direitos daqueles que não dispõe mais da energia jovem e dos que não são capazes de se manifestar por ainda não entenderem.
Mas as ruas estão vazias.
E grande parte dos jovens está em casa de pernas pra cima, adorando celebridas que somem tão rápido quanto surgem. Criando falsos ícones para logo destruir-los assim que outros candidatos aparecem.
O mundo precisa gerar verdadeiros filhos da revolução. Tenho a esperança de que eles ainda estão para nascer.

Gabriella Avila


Entãão. Esse texto é mais uma crítica que eu queria fazer a muito tempo mas nunca tinha conseguido colocar em palavras. É que eu vejo muita banalidade por aí e fico meio puta com isso. Assumo que não sou nenhuma líder de movimento e tampouco participo de algum, mas penso bastante sobre isso e não deixo certas coisas caírem na normalidade como muitos hoje, que nem se importam sobre as coisas qua acontecem por aí, só querem saber de Big brother e afins. Não acho que nossa geração seja perdida mas falta iniciativa e desapego de muita coisa. Difícil mudar. Mas não completamente imutável. Espero que meu filho seja sim um filho da revolução.

Fica aqui o meu protesto ;p
;*

terça-feira, 9 de março de 2010

Sopro



Vou soprar minhas palavras ao vento, antes que elas se afoguem nesse copo de vinho. Não é algo simples como soprar velinhas de aniversário, ou soprar pra cima afastando mechas dos olhos.
Depende de força de vontade, pois palavras não são simples e leves como o ar. Elas nascem e moram no coração, e só deus sabe como é difícil tirar as coisas que vivem lá. Vez ou outra as palavras ficam presas na garganta e lá formam um nó. Podem ficar lá por muito tempo, sem nem se importar se estão incomodando ou a ponto de nos sufocar.
Vou soprar minhas palavras ao vento, ele as levará para um mundo maior do que eu. De início será um sopro pesado, carregado de frases e muitas palavras avulsas. Mas ficará leve, leve, até virar assobio. Virar música. Música sem letra.
Creio que restará um vazio quando elas se forem. Não tem problema. Se de fato restar, eu preencho com vinho, sem risco de afogar nada além de mim mesma.

Gabriella Avila

Bom, minha inspiração anda fugindo constantemente. Tá meuio difícil prender-la. Mas enfim, vou deixar o link do meu mais novo Twitter pra quem quiser serguir:
http://www.twitter.com/gabiilela
Acho que o próximo post será sobre as impressões da faculdade. Algo pra poder ler daqui um tempo e lembrar desse começinho que tá sendo tão legal ^^
enfim, ;**

quarta-feira, 3 de março de 2010

Ausência



No fim você sabe que se for embora vai fazer falta demais. Nunca fui de sentir muitas saudades de nada, mas sei que de alguma forma isso vai doer. E como não sou masoquista, na falta de sua presença eu a invento. Troco sua voz por música e seu olhar... bem, ainda não consegui substituir-lo.
São tantos sonhos e desejos guardados lá no alto. Tão difíceis de alcançar... mas eu consigo! Na ponta dos pés, esticando bem as mãos. Quando consigo pegar a sensação é ótima. Me sinto como uma criança que encontra um brinquedo antigo do qual gostava muito. Aproveito pra dormir agarrada a esses sentimentos . É mais fácil sonhar assim. Mas ainda sim é difícil lidar com a ausência.
Pois é ruim dormir pensando em algo, sonhar com aquilo e acordar sem nada, sozinha.
Mas um dia passa. Um dia você volta pra mim. Sei que volta.
E eu nunca mais precisarei guardar meus sentimentos para vez ou outra resgatar-los. Estarão constantemente comigo. Constantemente entre nós.

Gabriella Avila


Incrível como é fácil escrever sobre sentimentos tristes, tipo saudade. Parece que basta sentir-la uma vez pra entender a essencia e criar coisas desse tipo.
To vacilando com o blog. Falta texto, faltam as indicações. E não vou por culpa na facul pq ainda nem tah apertando. Mas juuuro que vou cuidar disso a partir da semana que vem ^^

;**