2 anos se passaram quase sem a gente perceber.E foram cartas, palavras e fotos. A descoberta de um sentimento que só fica mais forte. A felicidade de encontrar alguém disposto a ouvir, aconselhar, cuidar e amar. Ai, amar. Eu achei que era difícil. Doloroso e sofrido, como muitos pregam. Mas não, é suave.quinta-feira, 26 de maio de 2011
2 vidas em 2 anos
2 anos se passaram quase sem a gente perceber.E foram cartas, palavras e fotos. A descoberta de um sentimento que só fica mais forte. A felicidade de encontrar alguém disposto a ouvir, aconselhar, cuidar e amar. Ai, amar. Eu achei que era difícil. Doloroso e sofrido, como muitos pregam. Mas não, é suave.quinta-feira, 19 de maio de 2011
Take me

Eu quero que você invada minha vida, minha casa, meu quarto. Me acorde com um beijo, uma travesseirada carinhosa ou cócegas nos pés. Pesque roupas confortáveis no meu guarda-roupa e assista eu me vestir. Me puxe pela mão e me jogue dentro de um carro, um ônibus ou um metrô. Sente ao meu lado e não diga aonde vamos.
Qualquer lugar. Longe, perto, cheio, vazio. Apenas me leve. Passe o dia encostado em mim, me olhando nos olhos e contando aquelas piadas. Mostre que você está aqui. Sempre esteve e sempre estará. Vamos, não é difícil.
Me leve pra casa depois de um lanche barato. Me espere tomar banho, ou participe dele comigo. Me deite na cama, me cubra com um cobertor macio, ou então de beijos se preferir. Saia do meu quarto para entrar nos meus sonhos. Faça tudo novamente neles. Mas sem que eu tenha que pedir.
(Gabriella Avila)
segunda-feira, 16 de maio de 2011
atmosfera de perda

Fumaça densa e garrafas espalhadas pelo chão. Buracos de cinza no tapete e pequenas queimaduras na pele. Maquiagem borrada, olhos inchados e encharcados. Olhar perdido, sorriso perdido, amor perdido.
Ele esteve ali, tantas vezes. Fazendo-a sorrir com frases bestas, fazendo-a gritar de êxtase. Derrubando suco no tapete, roncando. Incomodando-a com aquela adorável presença.
Aquela música não pode mais tocar. Aquela que tocou em seu celular, levando a mensagem que desmoronou seu pequeno mundo. Toda vez que ela fecha os olhos, lembra. Daquele corpo forte que tantas vezes a carregou e rodopiou, fragilizado. Daquele sorriso que tantas vezes salvou seu dia, fraco. Daquela mão apertando sua mão, lentamente perdendo a força. Os olhos fechados que não abriram mais.
Virou doses e doses. Fumou um cigarro atrás do outro. Ela queria afogar e sufocar aquela sensação de vazio. Diluir aquele nó na garganta. As lágrimas rolavam em silêncio, entre um grito desesperado e outro. E o corpo perdia o equilíbrio. Com a visão não se importava mais, pois as lágrimas já a deixaram turva e embaçada antes do álcool..
Dia 30 de Outubro. Eles fariam 4 anos juntos. Ela vai passar a vida lembrando que ele tentou dizer algo antes de fechar os olhos, mas não conseguiu. Ela quer acreditar que era um último “eu te amo”.
(Gabriella Avila)
terça-feira, 10 de maio de 2011
Voltei, talvez para ficar
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Indicação de livro - Trilogia Millennium

sábado, 5 de fevereiro de 2011
Lindas cenas clichês

sábado, 15 de janeiro de 2011
Realidade

Vivendo com a realidade invadindo todos os pensamentos , como água que entra pelas frestas. O que se vê é cada vez mais fragmentos de realidade em meio aos sonhos. Sonhos sendo adequados a necessidades, e não vontades, como deveria ser.
Toda essa obrigatoriedade de ser alguém que se encaixe e seja bem visto pela sociedade cria uma pressão terrível , que perturba o sono e as idéias, podendo levar algumas pessoas a mudarem seus objetivos pura e simplesmente para se encaixarem da melhor forma possível.
É tão difícil se libertar disso, quando todos querem conforto. Essa promessa de comodidade soa tão bem aos ouvidos. Mas pode custar um tanto quanto caro.